A liturgia deste Domingo de Pentecostes nos apresenta o Espírito Santo, como o defensor, animador e advogado da igreja, e portanto da família.
Na leitura do Atos dos Apostolos 2, 1-11 a obra do Espírito Santo faz com que a boa nova de Jesus cheguem aos ouvidos das pessoas, em sua própria língua. Apesar das diversidade de pessoas alí reunidas, de raças diferentes, e portanto, de línguas diferentes, todos entendem a mensagem transmitida pelos discípulos. Contrário a torre de Babel, onde o egoísmo impede o entendimento entre as pessoas. Assim evidencia, que onde há amor há entendimento. Embora, a igreja, a família é composta de pessoas com diversidades de dons, de personalidade, de natureza diferente, quando unida pela oração sob a proteção do Espírito Santo, essas diversidades deve contribuir para a manifestação do amor entre as pessoas. São Paulo, na carta à I Cor 12, 3b-7.12-3, diz, essa diversidade de dons é dada pelo mesmo espírito, e que serve para o enriquecimento da igreja, da família. Óbvio, que esta contribuição acontece quando a usamos em Cristo; ou seja, quando a usamos no cerviço aos irmãos. Contrário à isso, seremos sucessores da torre de Babel, onde a diversidade de dons, levada pelo egoísmo nos submete ao fracaço, sendo causa de tantas familias deterioradas.
No Evangelho de Jo 20, 19-23, vemos a transoformação de uma situação negativa, situação de medo, insegurança, ser transformada em missão, encorajada pelo Espírito Santo. Os discípulos se fecharam no medo dos judeus (medo na Bíblia é sinônimo de derrota) e no entanto abrem-se para Jesus que quando os encontra transmite o Espírito Santo e os envia à missão. Para ser missionário é preciso ter coragem. De uma situação de medo passam a ser encorajados pelo Espírito Santo, do qual Jesus é o portador. Que sejamos abertos para receber a messagem de jesus e que ele nos transmita o Espírito Santo encorajando-nos em nossa missão de família. Que a diversidade dos membros de nossa família não seja motivo de trapalho, mas de enriquecimento, de contribuíção numa vivência de união, de reciprocidade, de amor mútuo. Que nossas familias não sejam medrosas em transmitir, por meio de sua vivência, o amor de Deus. Que nossas familias busquem na oração a força do Espírito Santo auxiliando em sua caminhada.
Que o Espírito Santo desça sobre todas as famílias.
Pastoral Familiar da Paróquia Bom Jesus de Ivaipoprã-PR

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